Atualizado em: 29 de Abril de 2026

Documentação: BFD

Bloqueio Ferramenta de Desenvolvedor para WordPress (Tatitas) — Guia de Integração para Desenvolvedores

Guia rápido para programadores que desejam usar este plugin como base em seus projetos.

Aviso importante

Este plugin pode mudar funcionalidades sem aviso prévio para acompanhar atualizações do WordPress.

Toda customização é de responsabilidade do desenvolvedor. Não edite os arquivos originais do plugin. Faça suas alterações em código externo:

  • um plugin próprio (preferencialmente must‑use),
  • um plugin adicional do seu projeto, ou
  • o functions.php de um tema filho.
  • Utilize hooks (actions/filters) documentados. Alterações diretas no plugin serão sobrescritas em atualizações.

1. Visão geral

O plugin adiciona uma camada de proteção no front-end do WordPress para dificultar ações comuns relacionadas à ferramenta de desenvolvedor do navegador.

A proteção pode bloquear ou dificultar:

  • tecla F12;
  • atalhos conhecidos de inspeção;
  • clique direito;
  • visualização de código-fonte;
  • seleção de texto
  • cópia de conteúdo.
O plugin também permite liberar páginas específicas e elementos específicos por seletor CSS.

Para desenvolvedores, a integração mais segura é feita por:

  • leitura das configurações públicas de proteção;
  • atualização controlada da option principal de proteção;
  • uso de URLs excluídas;
    uso de seletores CSS liberados;
  • uso dos handles de scripts e estilos;
  • uso do hook público de bootstrap.

2. Pré-requisitos

Requisitos confirmados no plugin:

  • WordPress 6.0 ou superior
  • PHP 8.0 ou superior
  • WordPress individual
  • WordPress Multisite não é compatível
  • usuário com capacidade manage_options para configurar o plugin no painel
  • plugin instalado, ativo e liberado no painel para carregar a proteção no front-end

3. Arquitetura de integração

O fluxo confirmado no plugin é este:

  1. O plugin carrega seus arquivos principais.
  2. Registra hooks de ativação e desativação.
  3. Carrega o texto de tradução no init.
  4. Executa o bootstrap mínimo em plugins_loaded.

No admin:

  1. cria o menu dentro
  2. de Tatitas Plugins;
  3. exibe a tela de licença;
  4. libera a tela de configurações quando aplicável;
  5. permite configurar proteção, logs e informações do sistema.

No front-end:

  • verifica se a proteção deve carregar;
  • carrega CSS e JS públicos;
  • envia as configurações para o JavaScript por meio do objeto tatitasBfdProtection.

Pontos públicos confirmados para integração:

  • action tatitas_bfd_bootstrap;
  • option tatitas_bfd_protection_settings;
  • option tatitas_bfd_enable_logs;
  • objeto JS tatitasBfdProtection;
  • handles públicos de CSS e JS;
  • classes CSS usadas para bloqueio/liberação de seleção.

Limites entre público e interno:

  • Público e integrável: configurações de proteção, exceções de URLs, seletores CSS liberados, handles de assets e hook de bootstrap.
  • Interno e não documentado aqui: licenciamento, API Keys, validação remota, atualizador privado, rotina de desvinculação, rechecagens internas e dados sensíveis.

4. Hooks disponíveis para desenvolvedores

tatitas_bfd_bootstrap

Tipo: Action
Quando é executado: Quando é executado: em plugins_loaded, prioridade 5.

Parâmetros: Nenhum
Retorno: Não se aplica

Exemplo de uso:

add_action( ‘tatitas_bfd_bootstrap’, function () {
if ( function_exists( ‘tatitas_bfd_get_protection_settings’ ) ) {
$settings = tatitas_bfd_get_protection_settings();

// Seu código complementar aqui.
}
} );

5. Funções, métodos ou APIs públicas para integração

O plugin não expõe uma API pública ampla. Porém, existem funções úteis para leitura e padronização das configurações de proteção.

6. Shortcodes

Até o momento, não há shortcode público.

7. Endpoints, AJAX, REST API ou Webhooks

7.1 REST API

Não há rota REST pública confirmada para integração externa.

7.2 Webhooks

Não há webhooks públicos confirmados.

7.3 AJAX público

Não há endpoint AJAX público para visitantes.

9. Boas práticas

  • Não grave dados sensíveis no objeto tatitasBfdProtection, porque ele fica disponível no navegador.
  • Para liberar áreas interativas, prefira seletores CSS liberados em vez de remover o plugin inteiro da página.
  • Em páginas com formulários, checkout, login, área do cliente ou campos de cupom, teste bem antes de ativar bloqueio de seleção e cópia.
  • Não atualize configurações do BFD em toda requisição. Faça isso em rotinas pontuais, como ativação de um plugin complementar, comandos administrativos ou ações manuais.

10. Limitações e observações

O plugin ajuda a dificultar ações comuns no navegador, mas nenhum plugin consegue bloquear totalmente o acesso ao DevTools ou impedir completamente que uma pessoa técnica analise o front-end.

O plugin atua no navegador do visitante. Isso significa que a proteção é uma camada de dificuldade, não uma blindagem absoluta.

11. Resumo técnico

O BFD expõe uma superfície de integração simples: um hook de bootstrap, uma option principal de configurações, funções auxiliares para leitura/sanitização, um objeto JS público e handles de CSS/JS.
A melhor forma de integrar é manter as customizações fora do plugin, usar exceções por URL ou seletor CSS e evitar qualquer dependência de rotinas internas de licença, atualização ou administração privada.

O principal cuidado para desenvolvedores é não tratar o plugin como uma API de segurança absoluta. Ele é uma camada de proteção no front-end, útil para dificultar ações comuns, mas não substitui boas práticas de segurança no servidor, controle de acesso, validação de permissões e proteção real de dados sensíveis.

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